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Normas de publicação

Tipologias de textos

Artigos

A MIDAS privilegia artigos que se destaquem pela sua capacidade de teorização e problematização, inovação e originalidade, trazendo novas informações e contributos para o desenvolvimento do conhecimento sobre museus e museologia.

Os artigos não devem ultrapassar as 6000 palavras (sem bibliografia incluída). Deve ser seguida a estrutura clássica e os requisitos de um artigo académico, incluindo resumo e abstract, palavras-chave, introdução, metodologias, resultados, discussão e conclusões.

Notações

Textos menos extensos sobre experiências, projetos de investigação (ex.: work in progress), pequenos artigos, entre outros (até 3000 palavras, sem bibliografia incluída). À semelhança dos artigos, as Notações devem ser acompanhadas de um resumo (incluindo em inglês), palavras-chave e nota biográfica.

Recensões críticas

A MIDAS publica recensões de livros e exposições. Os textos não devem ultrapassar as 1500 palavras.

No caso das recensões de livros aceitam-se textos sobre publicações recentes (não mais de três anos) do panorama português e internacional na área dos museus e do património.

Aceitam-se textos sobre exposições temporárias recentes (até um ano após o seu encerramento aquando do envio da proposta) e sobre novas exposições permanentes ou de longa duração (abertas ao público até ao máximo de dois anos aquando do envio da proposta). As recensões podem incidir sobre exposições de diferentes domínios disciplinares e perspetivas, desde que organizadas em contexto museológico ou dedicadas à temática “museu”. Aceitam-se recensões relativas a exposições em contexto nacional e internacional, em particular de países de língua portuguesa e espanhola. Em caso de dúvida contactar a revista.

Cada recensão deve ser identificada com o nome do/a autor/a e a referência bibliográfica da obra recenseada (Autor. Ano. Título. Local de edição: editora. Páginas, ISBN). Exemplo:

Anico, Marta. 2008. Museus e Pós-modernidade: Discursos e “Performances” em Contextos Museológicos Locais. Lisboa: Universidade Técnica de Lisboa e Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. 490 páginas, ISBN: 978-989-646-003-7.

No caso da recensão de uma exposição, veja o exemplo:

The Art of Collecting. 2017. Exposição patente no M–Museum Leuven, Lovaina, Bélgica, entre 11 de junho de 2017 e 19 de abril de 2020.

No início da recensão o/a autor/a deve indicar o nome, afiliação institucional, país, contacto de e-mail (de preferência institucional) e o link para o perfil ORCID. Exemplo:

Alexandra Rodrigues, Centro de Ciências Sociais, Portugal, e-mail institucional, ORCID

A MIDAS não aceita recensões em que o/a autor/a é também o/a autor/a da obra ou exposição recenseada. Também não se publicam recensões de livros de actas ou de teses (não publicadas por editora).

Ensaios

Textos com um perfil ensaístico no âmbito dos museus e da museologia. Os ensaios não devem ultrapassar as 6000 palavras (sem bibliografia incluída). Os ensaios incluem resumo e abstract, palavras-chave e nota biográfica.

Entrevistas

As entrevistas constituem um espaço de discussão de conceitos e práticas que animam o pensamento sobre museus e museologia. Incluem-se entrevistas a profissionais e investigadores de reconhecido mérito. As entrevistas incluem resumo e abstract, nota biográfica do/a entrevistado/a e do/a entrevistador/a e palavras-chave. A dimensão varia entre as 4000 e as 6000 palavras. Para propostas espontâneas consultar previamente a revista.

Línguas

Os textos (artigos, notações, ensaios, entrevistas) podem ser apresentados em português, espanhol, inglês e francês.

Para os textos em português, a revista adota as regras do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, mas caso o/a autor/a pretenda escrever de acordo com a antiga ortografia deve indicar essa preferência no início do texto em nota de rodapé.

Aos autores e autoras que queiram publicar um texto que não na sua língua materna aconselhamos que o artigo seja previamente revisto por nativo dessa língua antes do envio da proposta à revista MIDAS.

Formatação e organização do texto

Microsoft Office Word (formato do ficheiro); Times New Roman, tamanho 12 pt; texto justificado; espaçamento 1,5; sem tabulações; sem numeração das páginas e sem quebras de página; as notas de rodapé são de numeração automática e no fim da página.

Os textos organizam-se em secções e subseções, de acordo com o conteúdo.

Aconselhamos o uso moderado de notas de rodapé.

Deverá ser feita uma revisão cuidadosa ao texto, do ponto de vista ortográfico e gramatical.

Título

O título deverá ser claro, conciso e relevante (indicado em minúsculas). O subtítulo é opcional. Não se aconselham títulos muito longos. A sugestão editorial é que o título não ultrapasse as oito palavras. Não deverá incluir abreviaturas. Além do título na língua em que é escrito, deve ser apresentado título em inglês.

Resumo

Os artigos e as notações devem incluir um resumo na língua em que são escritos e em inglês. Trata-se de um texto sem parágrafos e independente do artigo. São, por isso, de evitar as citações e as referências bibliográficas. O resumo deve incluir quatro elementos fundamentais: enquadramento (contextualizar a questão de investigação num contexto mais alargado e destacar os objetivos do estudo), metodologias (indicar as metodologias usadas), resultados (resumir os principais resultados do estudo) e conclusões (indicar as principais conclusões e/ou recomendações). Em síntese: o que foi feito? Porque foi feito? Quais foram os resultados? Porque é que esses resultados são importantes?

O resumo não deve ultrapassar as 250 palavras.

Os ensaios e as entrevistas também devem incluir um resumo. Neste caso trata-se um breve texto que contextualize e sintetize a proposta.

Palavras-chave

Para cada artigo devem ser indicadas até 5 palavras-chave na língua do artigo e em inglês. Estas palavras descrevem o tema do artigo e os principais aspetos desenvolvidos. Podem ser utilizados termos compostos (ex.: nova museologia). As palavras-chave devem escrever-se preferencialmente no singular e, no caso de terem mais do que um género, usar preferencialmente o masculino. Além disso, devem ser apresentadas separadas por vírgula e em minúsculas, exceto no caso do nomes próprios, países e cidades.

Nota biográfica

A nota biográfica (enviada em separado) de cada autor/a não deve ultrapassar as 100 palavras. É um texto síntese, sem parágrafos, onde são referidos apenas os dados mais relevantes, tais como: formação académica, linhas de investigação, experiência profissional e afiliação institucional. A nota biográfica deve ser escrita na mesma língua que o artigo.

No caso em que os autores não estejam atualmente afiliados a uma universidade ou instituição, ou se não o tiverem estado durante o desenvolvimento da proposta enviada, devem indicar: “investigador/a independente”.

Juntamente com nota biográfica, o/a autor/a deve indicar morada institucional, contacto de e-mail (preferencialmente institucional) e o link para o perfil ORCID. Caso o/a autor/a não pretenda que o seu contacto de e-mail seja publicável deve informar previamente a revista.

Citações

Como norma, as referências bibliográficas no texto devem seguir o sistema Autor-Data do Chicago Manual of Style (Autor Ano, páginas). Não usar as notas de rodapé apenas para indicar referências bibliográficas. Veja os exemplos:

“The museum has always been a complex, contradictory site that is not always amenable to a reading based on a notion of power relations” (Witcomb 2003, 26).

Esta citação refere-se à página 26 da seguinte obra:

Witcomb, Andrea. 2003. Re-imagining the Museum: Beyond the Mausoleum. London: Routledge.

No caso de mais de três autores utiliza-se “et al.”, ex.: (Karp et al. 2006, 254).

Quando na bibliografia existe mais do que uma obra do mesmo autor e do mesmo ano, deve optar-se por colocar uma letra após o ano (ex.: Witcomb 2003a, 26).

Mais exemplos:

Vários autores têm refletido sobre o tema (Sherman et al. 1994; Sandell 1998, 2002; Branco 2008).

Clara Martins (1999) explorou este tema.

Outros autores têm criticado esta estratégia (Robertson 2005; Simpson 2007; Duarte 2009).

Quando uma citação tem duas ou três linhas pode inserir-se no corpo do texto, entre aspas portuguesas. Todavia, quando a citação ultrapassa as três linhas deve ser colocada fora do texto num parágrafo (ou vários parágrafos), destacada com um tamanho de letra inferior e uma tabulação distinta. Veja o exemplo:

La nueva constitución [del ICOM] puede ser verdaderamente democrática [...], pero, afortunadamente, el ICOM se encuentra todavía en una fase inicial de su formación y desarrollo [...]. Tan firmemente centralizada en París como está hoy, no tendría sentido elegir sus altos cargos entre quienes no dispongan de libertad para viajar a sus reuniones. El controlo práctico ha de estar forzosamente en manos de unos pocos entusiastas que disponen de ocasión y de ánimo para dedicarse a ese trabajo. (Griggs 1951, 162)

Referências bibliográficas

Lista final (por ordem alfabética) de todas as publicações citadas ao longo do texto e que serviram de apoio ao seu desenvolvimento.

Alguns exemplos quanto ao estilo bibliográfico:

Livro:

Barrett, Jennifer. 2011. Museums and the Public Sphere. Chichester: Wiley-Blackwell.

Sherman, Daniel, e Irit Rogoff. 1994. Museum Culture: Histories, Discourses, Spectacles. London: Routledge.

Varine, Hugues de. 2012. As Raízes do Futuro: O Patrimônio a Serviço do Desenvolvimento Local. Tradução de Maria de Lourdes Parreiras Horta. Porto Alegre: Medianiz.

IMC. 2007. Plano de Conservação Preventiva: Bases Orientadoras, Normas e Procedimentos. Coleção Temas de Museologia. Lisboa: Instituto dos Museus e da Conservação (IMC).

E-book:

Simon, Nina. 2010. The Participatory Museum. Santa Cruz, Calif.: Museum 2.0. http://www.participatorymuseum.org/

Livro editado:

Sandell, Richard, ed. 2002. Museums, Society, Inequality. London: Routledge.

Karp, Ivan, Christine Mullen Kreamer, e Steven D. Lavine, eds. 1992. Museums and Communities: The Politics of Public Culture. Washington: Smithsonian Institution Press.

Capítulo:

Costa, Palmira. 2007. “Da Natureza e Aspirações da Bioarte.” In Ciência e Bioarte: Encruzilhadas e Desafios Éticos, 9-22. Casal de Cambra: Caleidoscópio.

Brito, Joaquim Pais de. 2006. “O Museu, Entre o que Guarda e o que Mostra.” In Museus: Discursos e Representações, ed. Alice Semedo, e João Teixeira Lopes, 149-161. Porto: Edições Afrontamento.

Artigo:

Anker, Suzanne. 2014. “The Beginnings and the Ends of Bio Art.” Artlink 34 (3): 1-2.

Coutinho, Bárbara. 2010. “MUDE – Museu do Design e da Moda.” Informação ICOM.PT série II, 10 (setembro-novembro): 12-15.

Tese ou dissertação:

Camacho, Clara Frayão. 1999. “Renovação Museológica e Génese dos Museus Municipais da Área Metropolitana de Lisboa: 1974-90.” Dissertação de mestrado em Museologia, Universidade Nova de Lisboa.

Macedo, Rita. 2008. “Desafios da Arte Contemporânea à Conservação e Restauro, Documentar a Arte Portuguesa dos Anos 60/70.” Tese de doutoramento em Conservação e Restauro, ramo de Teoria, História e Técnicas da Produção Artística, Universidade Nova de Lisboa.

Website e conteúdos:

Museu Nacional do Teatro. 2013. “Exposições.” http://www.museudoteatro.pt/pt-PT/Exposicoes/HighlightList.aspx

Fundação Calouste Gulbenkian. s/d. “O Poder da Palavra IV.” Consultado em junho 22, 2023. https://gulbenkian.pt/museu/poder-da-palavra-iv-pecas-sonoras/

Notícia ou artigo de jornal:

Canelas, Lucinda. 2020. “Um Inventário de Bens Culturais para pôr Portugal a Pensar Sobre a Colonização.” Jornal Público, janeiro 1, 2020. https://www.publico.pt/2020/01/31/culturaipsilon/noticia/inventario-bens-culturais-portugal-pensar-colonizacao-1902452

Legislação:

Ministério da Cultura. Decreto-Lei n.º 164/2006 de 9 de agosto. Diário da República. 1.ª série, n.º 153 (2006). http://pt.museuberardo.pt/sites/default/files/documents/decreto_lei_164_2006_0.pdf

Entrevista:

Pontes, Rita. 2012. Entrevista conduzida por Maria Carvalho a 12 de janeiro, no Museu do Chiado, em Lisboa.

Para mais esclarecimentos sobre este estilo bibliográfico consulte o website: https://0-www-chicagomanualofstyle-org.catalogue.libraries.london.ac.uk/tools_citationguide/citation-guide-2.html (em inglês).

Na lista final de referências bibliográficas deverá repetir-se sempre o nome do/a autor/a mesmo quando existem várias obras desse autor, ou seja, não utilizar o hífen para suprimir essa repetição.

Caso utilize um software de gestão bibliográfica no texto é necessário, no final, converter para texto normal.

Ilustrações

São admissíveis até 5 elementos (ilustrações, tabelas, desenhos, mapas e gráficos). No caso das imagens, o formato adotado é o JPEG, sendo que apenas se aceitam imagens com boa qualidade digital.

Todas as imagens devem ser indicadas no corpo do texto (ex: ver fig. 1) e inseridas no ficheiro de texto após serem referidas.

As legendas devem ser o mais completas possível (ex.: título, data, local, autor, direitos de autor). Numa primeira linha deve constar a legenda e numa segunda linha incluir informação relativa à atribuição de créditos. Exemplos:

Fig. 1 – Sala de exposições, 1998, Museu de Lisboa

Fotografia de Joana Carvalho © Arquivo Histórico de Lisboa

Fig. 2 – Cruz processional (séc. XIII), 1998, Museu Nacional de Arte Antiga, Inv. 540 Our

© José Oliveira, Direção-Geral do Património Cultural (DGPC)

Direitos de autor

É da responsabilidade de cada autor/a solicitar a autorização para publicar qualquer material com direitos de autor. No entanto, a revista pode intervir, caso se justifique, nos pedidos de autorização. Para esse efeito contacte a MIDAS.

A propriedade intelectual dos textos publicados pertence aos autores e os direitos de edição e publicação são da revista.

Toda e qualquer informação enviada pelos autores à revista serve apenas os objetivos desta publicação e não serão divulgados a terceiros.

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Originalidade

Todos os textos publicados nesta revista devem ser originais, o que significa que não deverão ter sido publicados previamente em outras revistas, livros ou plataformas. No caso dos artigos que se baseiam numa comunicação (texto que não tenha sido publicado), tal deve ser mencionado no texto, por exemplo em nota de rodapé. Em caso de dúvida contactar a MIDAS.

Agradecimentos

Os agradecimentos (opcional) devem ser indicados após o texto e antes da lista final de referências bibliográficas. Tem como objetivo agradecer a todas as pessoas ou instituições que contribuíram para o texto ou projeto, mas que não são coautores.

Financiamento

Deve ser indicada informação relativa às fontes de financiamento. Esta informação deve ser indicada após o texto e antes da lista final de referências bibliográficas.

Edição

A MIDAS reserva-se o direito de uniformizar as referências bibliográficas no texto e na bibliografia final, entre outras alterações formais e de estilo, sempre que estas não alterem o sentido do texto.

Envio de propostas

As propostas, em formato Word, devem ser enviadas em formato digital para: revistamidas@gmail.com

O autor correspondente, que geralmente é o responsável pelo envio da proposta e pelo contacto com a revista durante o processo de revisão científica e de edição, deve assegurar que os coautores participam em todas as fases do processo e aprovam a versão final do texto. A participação como coautor/a requer uma contribuição intelectual substantiva e direta no desenho e redação do texto, na análise e interpretação dos dados, assim como na revisão das versões e aprovação final do texto. A supervisão geral do estudo ou projeto, por si só, não justificam a autoria. Os/as colaboradores/as que não cumpram os critérios enunciados para a autoria, mas que tenham contribuído para o texto ou projeto, devem ser reconhecidos na secção de Agradecimentos, indicando o seu contributo.

A nota biográfica deve ser enviada em documento separado.

A identificação do/a autor/a, entre outras informações que possibilitem a sua identificação, devem ser ocultadas do texto, uma vez que os artigos serão submetidos a um processo de arbitragem científica sob anonimato. As informações a ocultar, seja no texto, seja nas notas de rodapé, incluem: dados referentes ao/à autor/a, nomeadamente auto-citações ou referência a estudos anteriores, e outros que denunciem a identidade do/a autor/a. Em substituição da informação ocultada poderá indicar “referência ou informação suprimida devido a efeitos de avaliação”.

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